quinta-feira, 9 de abril de 2015

(Arquitetura computacional) Arquiteturas de computadores e sistemas operacionais

Arquiteturas de computadores e sistemas operacionais
O termo arquitetura de computador vem da possibilidade de se visualizar uma máquina como um conjunto hierárquico de níveis que permite entender como os computadores estão organizados. Os primeiros computadores digitais por exemplo somente possuiam dois níveis. O primeiro é chamado o nível da lógica digital, formado no início por válvulas e depois por transistores, circuitos integrados, etc. O segundo é chamado de nível 1, também chamado de nível de microprograma, que é o nível da linguagem da máquina, onde toda a programação era feita, através de zeros e uns, e que posteriormente seria o responsável por interpretar as instruções do nível 2.
Com Maurice Wilkes em 1951 surgiu outro nível, onde as instruções eram escritas de um modo mais conveniente para o entendimento humano: a técnica consistia em substituir cada instrução desse novo nível por um conjunto de instruções do nível anterior (nível da máquina) ou examinar uma instrução de cada vez e executar a sequência de instruções equivalentes do nível da máquina. Denominam-se estes procedimentos por tradução e interpretação. Isto simplificou o hardware que agora somente tinha um conjunto mínimo de instruções e portanto menos circuitos eram necessários.
A partir daí a evolução do hardware avança juntamente com as novas descobertas científicas: quase na mesma época do aparecimento dos transistores, por exemplo, surgiu o conceito de barramento de dados, que acelerou a velocidade dos computadores. Ao mesmo tempo apareceram os grandes sistemas operacionais, (simplificadamente, um conjunto de programas mantidos no computador durante todo o tempo, liberando o programador de tarefas relacionadas diretamente com o funcionamento da máquina), como o DOS e OS, da IBM. Estes evoluíram possibilitando novos conceitos que melhoraram a performance das máquinas, como por exemplo os sistemas de multiprogramação, isto é, a possibilidade de vários programas serem executados em paralelo em uma mesma da máquina. Se um destes programas tiver origem em um terminal remoto, tal sistema será chamado de tempo compartilhado. Um importante marco que possibilitou esses avanços foi a introdução de processadores de entrada e saída, também chamados de canais. Isso motivou o aparecimento dos conceitos de concorrência, comunicação e sincronização: uma vez que dois processadores estão operando simultaneamente, surge a necessidade de prover mecanismos para sincronizá-los e estabelecer um canal de comunicação entre eles.
É a era das arquiteturas mainframes: o suporte às tarefas computacionais e o desenvolvimento das aplicações eram feitos numa área central, denominada centro de computação. Terminais conectados diretamente à máquina eram utilizados somente por pessoas relacionadas às aplicações disponíveis.
Nos anos 70 surgiram os supercomputadores, máquinas que inovaram na arquitetura. Até o momento, o crescimento da eficiência dos computadores estava limitado pela tecnologia, mais especificamente pelo processamento escalar que exigia que o processador central de um computador terminasse uma tarefa para começar a realizar outra, produzindo o gargalo de von Neumann. Um avanço significativo veio com o supercomputador Cray-1, da Cray Research, em 1971. Foi a primeira máquina pipeline, cujo processador executava uma instrução dividindo-a em partes, como na linha de montagem de um carro. Enquanto a segunda parte de uma instrução estava sendo processada, a primeira parte de outra instrução começava a ser trabalhada. A evolução seguinte foi a denominada máquina vetorial, ou máquina SIMD (single instruction multiple data) cujo processador trabalhava com mais de um conjunto de dados ao mesmo tempo. Um pouco depois surgiu a arquitetura MIMD (multiple instructions multiple data) e apareceram máquinas com múltiplos processadores como a Connection Machine, com 65.536 processadores.
Há primariamente três limites para a performance dos supercomputadores: a velocidade do processador, o gasto de tempo (o termo técnico, amplamente utilizado na Computação, é overhead), que envolve fazer um grande número de processadores trabalharem juntos em uma única tarefa, e a velocidade de entrada e saída entre os processadores e entre os processadores e a memória. A velocidade dos processadores aumenta a cada dia, mas a um alto custo de pesquisa e desenvolvimento, e a realidade é que se está alcançando os limites dos processadores baseados em silício. Seymour Cray demonstrou que a tecnologia de gálio arsênico poderia ser a solução, mas é muito difícil trabalhar com ele e poucas indústrias estariam aptas a desenvolver processadores desse tipo. A solução, como se falará mais abaixo caminha para o uso de um maior número de processadores, dando maior velocidade ao computador pelo uso desses processadores através do processamento paralelo.
Com a tecnologia VLSI (quarta geração de computadores) surgiram os minicomputadores, o que possibilitou muitas empresas e universidades informatizarem seus departamentos. Os grandes usuários interligavam os minicomputadores para enviar tarefas aos seus mainframes. A arquitetura principal continuava no entanto estabelecida no centro de computação. Do minicomputador para o computador pessoal foi somente um passo, e no início da década de 1980 apareceram os primeiros PC's. Ainda nos anos de 1980 apareceram as arquiteturas RISC (Reduced Instruction Set Code), com a promessa de ganho de desempenho pela eliminação do conceito de microprograma. De qualquer maneira estas máquinas ainda são máquinas de von Neumann tradicionais, com todas as suas limitações, a maior delas a velocidade dos circuitos que não pode crescer indefinidamente.
As tentativas de quebrar o gargalo de von Neumann e o início da descentralização dos sistemas, com o surgimento das arquiteturas de rede que possibilitaram a universalização do uso da tecnologia da Computação, fizeram emergir e desenvolver as arquiteturas paralelas de hardware.
A idéia de incluir paralelismo nos computadores é tão antiga quanto os próprios computadores. Trabalhos desenvolvidos por von Neumann na década de 1940 já discutiam a possibilidade de algoritmos paralelos para a solução de equações diferenciais. O sistema Model V, desenvolvido entre 1944 e 1947 por G. R. Stibitz e S. B. Willians nos laboratórios da Bell Telephone é um exemplo típico de máquina paralela. Constituído por dois processadores e de três posições de entrada e saída, esse multiprocessador primitivo tanto era capaz de executar dois programas distintos como era possível que os dois processadores ficassem alocados para um mesmo programa. Posteriormente foi desenvolvido o Illiac IV, na década de 1960, constituído por 64 processadores. Como foi citado, a partir da década de 1970 começaram a ser produzidos supercomputadores baseados em arquiteturas paralelas.
Juntamente com as arquiteturas evoluiram os sistemas operacionais e a evolução das linhas de processadores de uma empresa como a Intel servem para refletir a evolução da indústria dos computadores em um determinado período. Como destaque podem-se citar o MS-DOS, o OS/2 e o UNIX. Especialmente este último, que surgiu como fruto dos trabalhos de um engenheiro da Bell Labs, Ken Thompson, foi popularizado nos meios universitários que usavam computadores PDP-11/45, durante a década de 1970. A palavra UNIX espalhou-se rapidamente por todo o mundo e no início de 1980 este sistema operacional estava disponível em mais máquinas do que qualquer outro sistema operacional da época, continuando hoje ainda a ser amplamente utilizado.
A mais nova arquitetura, que determinou a mais recente evolução da Computação foi o resultado da rápida convergência das tecnologias de comunicações de dados, telecomunicações e a própria informática. É a Internet, ou modelo computacional baseado em uma rede, que teve sua origem nos anos da década de 1970, como um esforço do Departamento de Defesa dos EUA para conectar a sua rede experimental, chamada ARPAnet, a várias outras redes de rádio e satélites. Espalhou-se logo em seguida nos meios acadêmicos e está bastante popularizada.
                                              Informática - Brasil Escola            
Fonte:

http://www.brasilescola.com/informatica/revolucao-do-computador.htm

(Arquitetura computacional) Evolução dos computadores até o dia de hoje.

Você sabia que os primeiros computadores da década de 1940 possuíam somente dois níveis de linguagem de programação: o nível da linguagem de máquina, no qual toda a programação era feita, e o nível da lógica digital, onde os programas eram efetivamente executados. Com Wilkes, em 1951, surgiu a ideía de se projetar um computador a três níveis, a fim de se simplificar o hardware. Esta máquina tinha um programa denominado interpretador armazenado permanentemente, cuja função era executar os programas em linguagem de máquina. O hardware assim poderia ser simplificado: teria apenas que executar um pequeno conjunto de microinstruções armazenadas, ao invés de todo o programa em linguagem de máquina, o que exigia menos circuitos eletrônicos. A partir daí começam a evoluir as linguagens e as arquiteturas das máquinas, impulsionadas, principalmente, pelo aparecimento de um novo conceito na História da Computação: os Sistemas Operacionais.

Da segunda geração de computadores aos dias de hoje
A segunda geração (1956 - 1963) foi impulsionada pela invenção do transistor (1948) e em 1956 já se produziam computadores com esta tecnologia. Apareceram também os modernos dispositivos, tais como as impressoras, as fitas magnéticas, os discos para armazenamento, etc. Os computadores passaram a ter um desenvolvimento rápido, impulsionados principalmente por dois fatores essenciais: os sistemas operacionais e as linguagens de programação.Os circuitos integrados propiciaram um novo avanço e com eles surgiram os computadores de terceira geração (1964 - 1970). As tecnologias LSI, VLSI e ULSI abrigam milhões de componentes eletrônicos em um pequeno espaço ou chip, iniciando a quarta geração, que vem até os dias de hoje. Os atuais avanços em pesquisa e o projeto de novas tecnologias para os computadores estão possibilitando o surgimento da quinta geração. Dois avanços que configuram um divisor de águas são o processamento paralelo, que quebrou o paradigma de von Neumann, e a tecnologia dos supercondutores.


(Arquitetura computacional) O que é o sistema binario no computador ?

Sistema binário
Os computadores utilizam internamente o sistema binário (sistema numérico posicional de base 2). A característica mais notável deste sistema numérico é a utilização exclusiva dos algarismos "1" e "0", os chamados "dígitos binários". Através do sistema binário, todas as quantidades e todos os valores de quaisquer variáveis poderão ser expressos usando uma combinação de um determinado número de dígitos binários, ou seja, usando apenas os algarismos "1" e "0".
O uso do sistema binário pelos computadores decorre do fato dessas máquinas se basearem em circuitos elétricos ou eletrônicos. Isto porque a grande maioria dos componentes de circuitos elétricos podem assumir apenas um dentre dois estados. Por exemplo: interruptores podem estar fechados ou abertos, capacitores carregados ou descarregados, lâmpadas acesas ou apagadas, circuitos energizados ou desenergizados e assim por diante. Isto facilita extremente a representação de grandezas expressas no sistema binário usando estes componentes.
Para entender a razão disto, imagine, por exemplo, que se deseje representar o número dez mediante um conjunto de lâmpadas, onde uma lâmpada acesa representa o algarismo "1" e uma lâmpada apagada o algarismo "0". No sistema binário, o número dez assume a forma "1010" (para entender o fenômeno basta saber que qualquer número pode ser expresso na base dois usando apenas os algarismos "1" e "0"; portanto, mesmo que você não saiba fazer a conversão de números do sistema decimal para o binário, acredite que "dez" em binário é "1010" e siga adiante; se desejar uma explicação mais detalhada, consulte a literatura técnica e informe-se sobre sistemas numéricos e conversão de bases). Portanto, para representar o número dez bastam quatro lâmpadas uma ao lado da outra, a da esquerda acesa, sua vizinha apagada, a seguinte acesa e a última da direita apagada, na configuração "1010". É claro que isto pode ser feito igualmente usando interruptores fechados e abertos, circuitos energizados e desenergizados ou capacitores carregados e descarregados (na verdade, alguns circuitos de memória usados nos computadores empregam capacitores microscópicos para armazenar valores binários). Todo dispositivo que possa assumir um dentre dois estados possíveis pode ser utilizado para representar quantidades expressas no sistema binário.
O uso exclusivo dos algarismos "1" e "0" nos circuitos internos dos computadores pode levar a crer que eles apenas servem para resolver problemas muito específicos, cujas grandezas de entrada e saída assumam apenas dois valores e que portanto sua utilização há de ser extremamente limitada. Esta conclusão é falsa. Na verdade, toda e qualquer grandeza do mundo real, desde as cores e posições dos pontos que formam a imagem da Mona Lisa, os compassos, timbres e notas musicais que compõem a Aria da Quarta Corda, o conjunto de caracteres que consubstanciam a Divina Comédia até a sucessão ordenada de aminoácidos que formam o DNA dos seres vivos, em suma: toda e qualquer criação humana ou da natureza, seja ela qual for, pode ser codificada e representada (com maior ou menor precisão) sob a forma de um conjunto de números. E estes números podem ser expressos no sistema binário. É por isso que o computador é uma máquina tão versátil e se presta a atividades tão disparatadas como calcular, escrever, desenhar, reproduzir músicas ou vídeo. Com um computador é possível pintar e bordar.
Para que um dado ou informação possa ser processado por um computador, basta que ele seja codificado de tal forma que possa ser "modelado" através de um conjunto de números. Estes números serão então expressos no sistema binário e processados pelo computador.
O processo de conversão das grandezas do mundo real em quantidades expressas no sistema binário chama-se "digitalização" (por exemplo: o dispositivo denominado "escaner" nada mais é que um digitalizador de imagens, enquanto o processo de gravação de um CD de áudio é a digitalização de sons).
Mas a digitalização é apenas o passo inicial: transformar as grandezas do mundo real em números e exprimi-las no sistema binário. O passo seguinte é escolher uma ferramenta para trabalhar com os valores assim expressos.

Esta ferramenta é a lógica digital.

(Arquitetura computacional) Unidade central de processamento;

Ø  A CPU (Central Processing Unit) é a parte de um computador que interpreta e leva as instruções contidas no software.
Ø  Na maioria das CPUs, essa tarefa é dividida entre uma unidade de controle que dirige o fluxo do programa e uma ou mais unidades de execução que executam operações em dados.
Ø  Quando cada parte de uma CPU está fisicamente em um único circuito integrado ela é chamada de microprocessador.

 Praticamente todas as CPU'S são fabricadas com microprocessadores.

(Arquitetura computacional) Principais componetes

·         Os componentes mais importantes são: A CPU e a Memória.

O projeto de circuitos de uma CPU determina sua velocidade básica, porém outros fatores podem interferir na velocidade, descreveremos alguns deles:

Memória: mais RAM significa que o computador pode usar programas maiores e mais poderosos, e que esses programas podem acessar arquivos de dados maiores.

Pode também fazer o computador trabalhar mais rápido.


O computador não precisa necessariamente carregar todo um programa na memória para executá-lo, mas, quanto mais couber na memória, mais depressa será a execução.

·         Relógio interno do computador: sua principal finalidade não é manter a hora do com dia. De acordo com sua velocidade, ele processa os dados mais depressa.
·         Hertz é uma medida de ciclos do relógio por segundo. Ciclo é o tempo que demora para executar uma operação.
·         Megahertz (MHz) significa "milhões de ciclos por segundo".
·         Barramento: este termo refere-se aos percursos entre os componentes de um computador.
·         O barramento de dados é um percurso elétrico que conecta a CPU, a memória e os outros dispositivos de hardware da placa-mãe.
·         É formado por vários fios, onde cada um transfere um bit de cada vez. Por exemplo um barramento de 32 bits, transfere 4 bytes.
·         Memória cache: entre as operações mais demoradas que umaCPU precisa efetuar está a transferência de dados entre a memória e os registradores.
·         O problema é que a CPU é muito mais rápida do que a RAM.
·         A solução parcial para esse problema é incluir uma memória cache na CPU. A cache é parecida com a RAM, mas extremamente mais rápida em comparação a memória normal, e é usada de maneira diferente, contém os dados e instruções mais recentemente carregadas pela CPU.



( Arquitetura Computacional) ) que são periféricos de saida ?

Periféricos de saida são aparelhos ou placas que transmitem as informações do computador para o usuario. Exemplo: Monitor, impressora ...


·         Monitor
1.    É um dispositivo de saída, ou seja, serve para o computador exibir ao usuário programas em execução, vídeos, animações e outros tipos de informações.
2.    Atualmente, estão disponíveis no mercado monitores coloridos com uma grande variedade de tamanhos (14, 15, 17, 20 e 21 polegadas).
3.    Anteriormente, predominavam os monitores monocromáticos e de menor resolução (VGA).
4.    Podem ser monocromáticos (apenas uma cor) ou colorido.
5.    A placa controladora de vídeo é uma interface entre o monitor e aCPU (recebe dados da CPU e envia-os para o monitor).
6.    Existem dois tipos de monitores: CRT, semelhantes a aparelhos de TV, e LCD, comumente usados em notebooks



·         Impressora
1.    É um dispositivo que permite a obtenção de cópias em papel de textos, gráficos, desenhos e outros trabalhos criados no computador.
2.    Existe uma enorme variedade de marcas e modelos de impressoras, que podem ser divididas por sua tecnologia de impressão.



(Arquitetura computacional) O que são perifericos de entrada ?

São aparelhos ou placas que enviam informações ao computador por exemplo: o teclado,o mouse e etc...

·         Teclado

É um dispositivo de entrada, ou seja, serve para que o usuário forneça informações ao computador. Semelhante aos teclados usados nas máquinas de escrever. Existem quatro partes em um teclado padrão: as teclas alfanuméricas, o teclado numérico reduzido, as teclas de função e as teclas de movimentação .


·         Mouse
1.    É considerado um dispositivo de apontamento, ou seja, é um dispositivo de entrada que o usuário emprega para apontar para determinado item na tela, solicitando assim que o programa realize determinada ação.
2.    Em geral, seu funcionamento consiste em posicionar o cursor (ponteiro do mouse) sobre o item desejado, exibido na tela, e dar um ou dois cliques em um dos botões.
3.    O mouse pode ser substituído por outros dispositivos apontadores como trackball, touchpad, entre outros.
4.    A utilização básica do mouse pode ser feita com a combinação de 3 técnicas:
5.    Dar um clique: mover o ponteiro até o local desejado, pressionar e soltar o botão.
6.    Dar dois clique: mover o ponteiro até o local desejado, pressionar e soltar o botão, duas vezes.
7.    Arrastar: mover o ponteiro até o local desejado e depois pressione o botão, mantendo-o pressionado enquanto move o mouse.







Arquitetura computacional ...

Arquitetura de computadores
  • Arquiteturas de hardware mais generalizadas, tais como computação em cluster e arquiteturas NUMA (acesso não-uniforme à memória).
  • A utilização menos formal do termo refere-se a uma descrição dos requisitos (especialmente requisitos de velocidades e interligação) ou implementação do design para as várias partes de um computador, tais como memóriaplaca-mãeperiféricos eletrônicos ou, mais frequentemente, CPU.
  • A arquitetura é frequentemente definida como o conjunto de atributos da máquina que um programador deve compreender para que consiga programar o computador específico com sucesso, ou seja, para que consiga compreender o que o programa irá fazer aquando da sua execução. Por exemplo, parte da arquitetura são as instruções e o raio de operadores manipulados por elas. De uma maneira semelhante, a frequência em que o sistema opera não é incluída na arquitetura. Esta definição revela as duas principais considerações dos arquitetos de computadores: (1)desenhar hardware que se comporta como o programador pensa que se irá comportar, (2)utilizar implementações existentes de tecnologias (por exemplo, semicondutores) para construir o melhor computador possível. A 2ª consideração é frequentemente referida como a microarquitetura.3

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A evolução da informática foi caracterizada pelo desenvolvimento de computadores com as mais diversas características, traduzidas pelos diferentes parâmetros, cada vez mais conhecidos da maioria de usuários de computador: a CPU adotada, a capacidade de memória, a capacidade do disco rígido, a existência de memória cache e outros menos conhecidos. A definição destes parâmetros e a forma como os diversos componentes de um computador são organizados, define aquilo que é conhecido por arquitetura de computador e vai determinar aspectos relacionados à qualidade, ao desempenho e à aplicação para a qual o computador vai ser orientado.1 2

Existem vários modos de uso do termo, que podem ser usados referindo-se a:

sexta-feira, 20 de março de 2015

Perfil Profissional Júlia

Oi !

Meu nome é Júlia, sou estudante do curso de engenharia civil.
No momento minha única atividade é estudar.
Já trabalhei na área de vendas na empresa Linha Direta e como atendente na empresa Luiz do gás.
Tenho interesse em estágios e trabalhar na área de engenharia.
Em agosto de 2014, comecei a cursar engenharia civil na Uniaraxá, por ser uma área interessante, com várias oportunidades no mercado de trabalho.
Tenho aprendido muito com esse curso, e me dedicado muito. Espero ao final dele me tornar uma profissional de sucesso.



Como gravar um video no youtube ?

Olá !

Segue abaixo  um video explicando como você pode gravar e postar um video no youtube, é super rápido e fácil !



Esperamos que você goste !


Perfil Profissional Daiane

Oi !

Meu nome é Daiane, sou estudante do curso de engenharia civil.
No momento minha única atividade é estudar.
Já trabalhei em varias áreas como secretária em um escritório de advocacia por 2 anos, consultora de vendas na empresa Eletrozema por 4 anos, promotora de vendas na TIM por 1 ano.
Tenho interesse em estágios e trabalhar na área de engenharia.
Em agosto de 2014, comecei a cursar engenharia civil na Uniaraxá, por ser uma área com amplo mercado de trabalho e por me identificar com o curso.
Não tem sido fácil, grandes são os desafios, mas eu não vou desistir, serei uma profissional de sucesso pois tenho me dedicado pra isso !


quinta-feira, 19 de março de 2015

O que é programação ?

Programação é o processo de escrita, teste e manutenção de um programa de computador. O programa é escrito em umalinguagem de programação, embora seja possível, com alguma dificuldade, escrevê-lo diretamente em linguagem de máquina. Diferentes partes de um programa podem ser escritas em diferentes linguagens.
Diferentes linguagens de programação funcionam de diferentes modos. Por esse motivo, os programadores podem criar programas muito diferentes para diferentes linguagens; muito embora, teoricamente, a maioria das linguagens possa ser usada para criar qualquer programa.
Há várias décadas se debate se a programação é mais semelhante a uma arte (Donald Knuth), a uma ciência, à matemática(Edsger Dijkstra), à engenharia (David Parnas), ou se é um campo completamente novo
Pequeno programa na linguagem de programação C que imprime na tela se o número passado a ele como argumento é primo ou não. O código fonte está sendo visualizado em um IDE com suporte acoloração de sintaxe e indentação de código.

Programas ou algoritmos?
Um algoritmo é uma sequência de passos para realizar uma tarefa ou resolver um problema. Em nosso dia a dia utilizamos algoritmos para realizar nossas atividades, definindo a sequência de atividades que devemos fazer para atingir um objetivo.
Um algoritmo é, num certo sentido, um programa abstrato — dizendo de outra forma, um programa é um algoritmoconcretizado. Os programas são visualizados mais facilmente como uma coleção de algoritmos menores combinados de um modo único — da mesma forma que uma casa é construída a partir de componentes.
Dessa forma, um algoritmo é uma descrição passo a passo de como o computador irá executar uma operação específica, como, por exemplo, uma ordenação. Um programa, por outro lado, é uma entidade que na verdade implementa uma ou mais operações de forma que seja útil para as pessoas que o utilizam.

O que são slots e para que servem ?

-> O que são slots e para que servem ?

Slot é um termo em inglês para designar ranhura, fenda, conector, encaixe ou espaço. Sua função é ligar os perifericos ao barramento e suas velocidades são correspondentes as do seus respectivos barramentos. Nas placas-mãe são encontrados vários slots para o encaixe de placas (vídeo, som, modem e rede por exemplo). 

Alguns exemplos de slots: 

ISA: (Industry Standard Architecture): Que é utilizado para conectar periféricos lentos, como a placa de som e fax modem. (16 bits baixa velocidade) 
PCI: Utilizado por periféricos que demandem velocidade, como a placa de vídeo. (32 bits, alta velocidade) 
AGP: (Accelerated Graphics Port): Utilizado exclusivamente por interface de vídeos 3D. (32 bits, alta velocidade) 
PCI Express: Ulitilizadas nas placas de vídeo mais modernas, ela varia de 1X até 32X, mas atulmente não encontramos mais de 16X, é a 
mais rápida do momento. 

Fonte de pesquisa: https://www.youtube.com/watch?v=pzS0eEbiqUM 

Como criar um blog ?

Como criar um blog ?

Caro leitor, nesse post vamos ensinar como fazer um blog passo a passo. Os blogs são sites nos quais você pode divulgar artigos, chamados de posts, com algum conteúdo interessante. Você pode fazer um blog para falar de qualquer assunto, mas nesse post vamos dar um exemplo de um blog de artesanato. Para criar um blog de outro assunto você pode seguir os mesmos passos.
Um blog pode ajudar muito a divulgar os seus produtos, divulgar trabalhos ou até mesmo conhecer pessoas. Tire fotos, divulgue, escreva coisas interessantes e seja conhecida na internet. É possível ter uma renda com blogs, existem muitas pessoas que têm como profissão a atualização de blogs. Nesse post vamos ensinar como criar um blog gratuitamente e de maneira simples.

Atualmente existem dois sistemas principais para você criar o seu blog: Blogger e WordPress. Vamos ensinar a criar um blog no Blogger porque é uma plataforma mais difundida entre os blogueiros e um excelente local para você iniciar os seus trabalhos na grande rede.

Blogger
Entre no site www.blogger.com para iniciar a criação do seu blog. Assim que entrar no site você verá um texto dizendo: “Crie um blog. É grátis”. Você deve ter uma conta no google para fazer o blog no blogger. Caso tenha, basta preencher os dados da sua conta no lado direito e entrar. Se não tiver a conta, clique no botão INICIAR na parte central do site para criar uma conta no google.

Preencha os seus dados: Endereço de email (Você deve ter um email para fazer a conta. Se não tiver um email ainda, entre em www.gmail.com.br e crie um email para você), escolha uma senha, coloque o seu nome ou apelido, dentre outras opções. Após digitar tudo, clique em continuar.

O passo seguinte é criar um nome para o blog e um endereço. Escolha um nome que seja de acordo com o conteúdo do seu blog. Por exemplo, se você for postar artesanatos em feltro escolha um nome como Trabalhos em Feltro. Quando você escolher o nome do blog, escolha o endereço. Coloque também um endereço que tenha a ver com o título do blog. Esse endereço deve ser único, quando você escolher, clique no botão Verificar disponibilidade para ver se o endereço escolhido está disponível. Esse será o endereço que os visitantes deverão digitar para acessar o seu blog.


O próximo passo é escolher o modelo do blog que você vai utilizar. Esse modelo será a “cara” do seu blog, escolha um modelo que você mais gostar. Não se preocupe, pois essas opções podem ser alteradas mais tarde.


Assim que você terminar a criação, verá uma página como na imagem acima. Nessa página você pode criar um novo post (inserir alguma informação no blog), editar as mensagens, ver os seus comentários, alterar as configurações do blog, alterar o layout, gerar receita e ver as estatísticas. Se você ainda não sabe como postar (colocar informações) no seu blog, clique aqui e veja detalhes.

Viu como é fácil fazer um blog? Esperamos ter ajudado com essas informações e desejamos uma boa sorte no mundo dos blogs.

Qual é a importância do Clock ?

O que é e para que serve ?


Ter mais ou menos Hertz significa o quanto o processador troca dados com o sistema. O processador que oferece 2.0 GHz pode realizar 2 bilhões de ciclos por segundo.
O circuito clock, que mede os ciclos e orienta o ritmo do fluxo de troca de informações no processador, é um dos principais critérios para estabelecer a velocidade do processador. Vale ressaltar, no entanto, que outros pontos entram nesta conta, como interface de memória, quantidade de cache, arquitetura, entre outros.

Qual memória está ativa quando você liga o computador ?

Qual memória está ativa quando você liga o computador ? 

Do momento em que você liga o seu computador até o instante em que o sistema operacional carrega muita coisa ocorre. Nesses preciosos segundos, uma série de processos — que juntos são chamados de boot — trabalham como engrenagens para inicializar a máquina e fazê-la funcionar a todo vapor.
Antes de tudo, os componentes obviamente necessários para fazer a “mágica” acontecer são os cabos, a fonte (no caso de um notebook, quem cumpre essa função é a bateria), a eletricidade e a correta disposição das peças de hardware.
Se você já abriu seu gabinete, provavelmente percebeu que a placa-mãe possui um pequeno LED que indica a energia em standby. Quando o botão de ligar é pressionado, a fonte leva eletricidade para a placa-mãe, que em seguida ativa o processador e o cooler.



BIOS, a peça-chave
Logo após, quem entra em ação é o BIOS (Basic Input/Output System — Sistema Básico de Entrada/Saída em português), um sistema operacional pré-gravado no chipset que garante a tradução dos códigos de hardware para a tela — sua interface de configuração (Setup Utillity) é azul, sendo facilmente reconhecida (o que não quer 
Imagine que o BIOS sempre será o primeiro a acordar e a trabalhar assim que você põe o PC para funcionar. É ele que passa as primeiras ordens para o processador, além de verificar quais itens estão instalados na máquina.
O BIOS também é responsável por carregar a memória RAM, placa de vídeo, teclado, cachê básico e, por fim, possibilitar a inicialização do sistema operacional. Acompanhe em ordem cronológica as etapas que ele percorre:
1.   Acessa a memória CMOS, um circuito integrado que grava informações referentes ao hardware. Nela, o BIOS estabelece reconhecimento e comunicação com peças como placas de vídeo e memória RAM.
2.   A segunda fase, conhecida como Power-on Self Test (POST) nada mais é do que um conjunto de teste que a BIOS realiza para saber se tudo está se inicializando da maneira correta. Quando alguns componentes essenciais estão faltando, alguns beeps ou mensagens na tela alertam o usuário.
3.   A etapa seguinte consiste na procura de alguma fonte para inicializar o sistema operacional. Tal fonte é configurável e pode ser um disco rígido (padrão), CD-ROM, pendrive, disquete, entre outros.
4.   Agora, o BIOS lê o setor zero (que contém apenas 512 bytes, denominadoMaster Boot Record) do HD. Essa área contém um código que alavanca a inicialização do sistema operacional. Outros dispositivos de boot (CDs, disquetes etc.) têm a capacidade de emular esse setor zero.
5.   No caso do Windows, o Master Boot Record (MBR) verifica qual partição do HD está ativa (configurada como Master) e inicializa o “setor um” dela — essa área tem um código com a simples missão de carregar o setor dois.

6.   A etapa seguinte consiste na leitura de um arquivo de configuração de boot, o Boot Loader (quando falamos do Windows, trata-se do NTLDR).
7.   A partir dele, é inicializado o núcleo (kernel). Assim como o BIOS estabelece a ligação entre hardware e sistema, o kernel serve para firmar uma comunicação estável entre hardware e software.  Nessa fase, é ele quem assume o controle do computador.
8.   O kernel carrega os arquivos principais e informações básicas do sistema operacional (incluindo o registro), além de relacionar os componentes de hardware com as respectivas DLLs e drivers.
9.   No entanto, o kernel não carrega todos os processos para não sobrecarregar o sistema — somente as operações essenciais são colocadas em atividade para possibilitar o início do Windows.
10.  A tela de escolha de usuários é exibida e, após o logon, os programas relacionados para começar junto com o sistema são carregados.


Um upgrade ou a troca da máquina certamente é outra saída, pois não adianta você querer ter um boot que demore menos de um minuto com um computador com menos de 1 GB de RAM rodando vários programas e jogos pesados para a sua estrutura.

Fonte de pesquisa: Fonte:http://www.tecmundo.com.br/14666-como-funciona-o-boot-de-um-computador.htm